sábado, 31 de março de 2012

Se eu fosse resumir esses dois últimos dias, eu diria que anos se passaram, e hoje foi o ponto alto de uma melancolia que atingiu um estágio tenebroso.
Talvez eu pudesse encerrar agora esse post ao falar que estou escutando Ebony Eyes do Rick James, certamente as pessoas diriam : Ok filha, já entendemos que hoje se te apertar os pensamentos sai até sangue, não precisa falar mais nada...E talvez por isso mesmo eu esteja escrevendo, pra jogar sangue, assim como sangrar pelo nariz em algumas situações é ótimo, sinal de que esse sangue não está parado na cabeça prestes a te dar um derrame. É assim que eu me sinto, prestes a ter os piores efeitos físicos devido aos meus problemas emocionais. Na minha opinião tudo deveria ficar no seu quadrado, assim como cair e ralar o joelho, vai me acarretar dor física, e todo um cuidado tocável, as dores emocionais deveriam ficar exatamente no seu lugar, no abstrato, sem trazer tamanho estrago na matéria. E nesse caso não tem remédio, não tem curativo que ajude, o jeito é deixar sangrar até estancar sozinho, o único problema é que eu estou bem perto de uma hemorragia. As tentativas de fazer pelo menos diminuir tudo isso só aumenta a dor, hoje mesmo eu me vi em uma única situação que me levou para diversos sentimentos, pensamentos e sensações. Uma garota de 15 anos conseguiu abalar todas as minhas estruturas em poucos minutos. Primeiro ao dizer a idade, que eu achava que era menos até, e depois com todas as viagens que eu dei naquela conversa. Enquanto eu fugia do olhar dela pra evitar qualquer sentimento indesejado, na minha cabeça martelava o seguinte pensamento: Bem, se ela falar alguma coisa brilhante nos próximos minutos que realmente me cative eu vou prestar atenção nela...alias, eu vou sair correndo, a última vez que eu prestei atenção em alguém não deu certo...bem, mas agora é diferente, NOSSA o que eu faço?? ...e tudo isso em frações de segundos. Quando eu tentei raciocinar pelo menos um pouco eu vi que o motivo que me levou até ali era e é muito maior e muito mais forte do que tudo que estava acontecendo, e que a garota de 15 anos, que estava contando umas piadinhas que eu não achava a menor graça, ou pelo menos não estava entendendo nada daquela linguagem que não me atrai, e que o jeito TOTAL de criança não me faria pensar e sentir diferente se fosse uma super mulher de seus trinta e poucos anos, falando das melhores músicas, dos melhores filmes, e com olhar fatal. ''Só'' por que eu não estou aberta pra esse tipo de relacionamento, que por mais que eu busque em outros rostos, corpos, sorrisos, olhares, é impossível dar certo o que eu estou fazendo.
Todos os meus dias tem sido extremamente difíceis, mas hoje em especial a dor que me tomou beirou a loucura. E por conta própria eu resolvi passar sem meus remédios, da mesma forma que nos dias que eu consigo me manter firme, e de pé eu não deixo o fracasso me tomar, eu também não vou deixar a força roubar o lugar da minha profunda tristeza quando ela resolver bater na minha porta. Talvez chorar não alivie em nada, no momento parece que dói ainda mais, que o peito arde com mais intensidade, mas ainda sim eu choro, dessa forma que eu me dou conta que ainda estou viva, e que ainda consigo sentir alguma coisa.


quarta-feira, 28 de março de 2012

Um turbilhão de coisas tem acontecido nos últimos dias. Pessoas que eu tinha uma consideração até, passaram pra escala de inexistente na minha vida, outras que eu nem ligava ganharam um espaço, pessoas que eu já tinha exorcizado voltaram pra me assombrar. No meio disso tudo e muito mais eu entendi a diferença de sentir saudade e sentir falta, são sim duas coisas completamente diferentes, mas uma coisa em comum é que ambos me fazem chorar, sofrer. Eu me vejo futuramente uma pessoa indomável por conta disso, uma pedra de gelo que nunca derrete, que vai sentir urticárias só de escutar certas palavras, quem dirá vive-las.
Por enquanto eu vou provando o mel e o fel de ser eu. O mel deve ser na hora que estou dormindo, e foi assim que me mantive por esses dias, acordando e já tomando remédios, e cada vez que acordava tomava mais remédios. O motivo de estar aqui uma hora dessas eu acredito que seja adrenalina do último acontecimento. Bem...tive que botar uma ordinária pra correr, com toda grosseria que existe adormecida dentro de mim e que quando acorda tem o mesmo efeito de um tiro. Mais uma vez eu parei um murro no ar, alguma coisa racional dentro de mim sempre grita : "olha seu tamanho sua maluca, quer pagar 10 cestas básicas ou varrer rua!?" E eu me recomponho, mas meus gritos ninguém cala. Ainda estou tomada por raiva, eu sei que já já passa, pois tenho coisas bem mais importantes e preocupantes acontecendo na minha vida
É incrível que tudo que eu sinto some na minha cabeça quando eu sento aqui, já se passaram muitos minutos desde a última frase, e eu fiquei olhando pra tela, eu vou finalizar logo isso com uma imagem, já que dizem que vale mais que mil palavras, e um link de um post de um blog, que parece comigo o que a pessoa escreveu, nessas horas eu vejo que tem muitas pessoas malucas no mundo além de mim.

Auto Mutilação - Curando a Dor da Alma

domingo, 18 de março de 2012

Um viciado em droga, é assim que me sinto, dependente, querendo muito parar, e por algum tempo consigo, consigo mesmo. Mas logo vem a tentação, a abstinência. Tento até me amarrar ao pé da cama, e por fim sou vencida. E depois vem a sensação de fracasso, de raiva, por ter deixado minha dignidade mais uma vez descer pelo ralo.
Eu tentei com todas as minhas forças uma melhora, e posso dizer que tive uma trégua significativa, é só não tomar conhecimento da minha existência que tudo fica mais leve, entretanto, não se pode fazer isso 24horas pelo resto da vida, e quando vem a realidade me tomar de assalto, saem as piores coisas possíveis. Hoje foi um daqueles dias de botar a casa á baixo. E dessa vez o resultado foi pior do que das outras vezes, além de me machucar, machuquei a minha irmã que estava na reta onde eu taquei a bandeja de copos.
Sim, estou surtando! No meio de tantas loucuras eu sempre coloco datas para justificar tudo, tentando encontrar um momento certo onde tudo se perdeu, normalmente eu atribuo isso tudo aos meus 17 anos, quando me apaixonei pela primeira vez. Mas meus problemas mesmo com certeza começaram na formação fetal, onde todo meu corpo se formou no sexo feminino, e minha mente no sexo masculino. E se tornou um verdadeiro problema quando deixei de ter que escolher entre brincar de boneca ou bola, para escolher me relacionar com garotos ou garotas. Aí começaram os problemas. Uma frase de um filme que assisti recentemente, no qual descreve minha vida completamente diz mais ou menos assim: Eu não quero ir para o inferno, mas estou indo! Além de estar vivendo o inferno astral a décadas na Terra mesmo. Por mais que eu tente não me aproximar das pessoas que me oferecem algum tipo de "risco" eu sempre acabo caindo nesse ciclo...de gostar-->arriscar a alma por esse amor-->perder-->e me dar conta que minha alma vale mais.
Eu tomei uma decisão que vai  mudar completamente o rumo da minha vida, com certeza pra sempre, não estou feliz com ela, não é o que sonhei para mim, mas é o que tem que ser feito. Sacrifico minhas vontades, meus desejos, meus sonhos com a decisão, mas assim será feito, e muito em breve todos vão saber o que eu estou falando!

quinta-feira, 15 de março de 2012

Tenho pensado na forma que venho me comportando nesses últimos dias, como estou tratando as pessoas e a mim mesma. Como tenho encarado a minha vida e os meus problemas. Não vou falar nada, só vou colar um trecho de uma fala do filme Bicho de Sete Cabeças, retrata com excelência meu momento!



É preciso fingir! Quem é que não finge nesse mundo? Quem?
É preciso dizer que está bem disposto, é preciso dizer que não está com fome, é preciso dizer que não está com dor de dente, é preciso dizer que não está com medo. Se não, não dá. NÃO DÁ!
Nenhum médico jamais me disse que a fome e a pobreza pode levar ao distúrbio mental, mas quem não come fica nervoso, quem não come e vê seus parentes sem comer pode chegar á loucura, um desgosto pode levar á loucura, uma morte na família, o abandono do grande amor.
A gente até precisa fingir que é louco sendo louco, fingir que é poeta sendo poeta!

segunda-feira, 12 de março de 2012

Caramba, caramba, caramba!! Acho que só isso já daria uma postagem. Sempre que me coloco diante de mim penso isso, eu não consigo me ver de uma outra forma já tem anos. Revivo e reviro meu passado tentando buscar pontos que passaram despercebidos e sempre caiu no mesmo conceito que tenho de mim.
Com uma visão um pouco mais madura eu percebo coisas que antes não via, mas a essência é sempre a mesma. Eu cheguei a conclusão de que eu sempre fui uma ótima amiga para meus amigos no sentido da diversão, da lealdade em guardar seu segredos, aquela que arriscava o pescoço pra passar cola no colégio, aquela que ensinava jogar vôlei, que andava pelos 4 cantos da cidade para não deixar ninguém andando sozinho por aí, mesmo que fosse na padaria comprar pão, quem fazia piada com a vida pra tirar uma gargalhada das pessoas. Mas aquela também que não tinha muita paciência para ouvir lamentações, sobretudo de amor. Ou seja, sempre fui muito mais companhia dos meus amigos do que companheira.
E foi sempre o que eu esperei deles também, pessoas legais pra me acompanhar nas minhas loucuras, que antes eram saudáveis até, pessoas que pudessem sair e se divertir comigo, sem preocupações e reclamações, nunca exigi muita coisa dos meus amigos, eu nunca chorei no ombro de nenhum deles. Eles não sabem meus segredos mais íntimos, e sempre fui caminhando muito bem assim, isso nunca me fez falta.
Acredito que por isso a minha falta de jeito com as amigas que choravam suas mágoas comigo, eu não sabia como tratar, o que fazer, nunca tinha precisado dessa atenção de ninguém, eu não sei dar nada sem experiência própria.
Com certeza hoje eu tenho toda paciência do mundo para reclamações, choros e desesperos, hoje eu tenho base para isso. E JURO, preferia não ter, adoraria ter me mantido intacta no quesito sofrimento.
Tudo o que tem acontecido ultimamente na minha vida está me moldando de uma forma diferente, acho que mais tranquila com as pessoas até, hoje eu me peguei no meio de 3 crianças, com idade de 10 e 12 anos, e no meio ali das brincadeiras, das mais idiotas brincadeiras, e amarradona nisso tudo, achando legal, me dando um pouco mais, sendo mais atenciosa. Tenho olhado para as pessoas em geral com mais carinho, e tratado de uma forma diferente, educada eu sempre fui, mas além disso tem algo á mais, eu tenho me afeiçoado pelas pessoas, mergulhando nelas de verdade, e não só cumprindo uma obrigação. Isso tudo é necessidade de ter o maior número de pessoas em volta, de me comunicar com pessoas, de estar presente na vida das pessoas, pode ser uma forma de substituição, não nego que possa ser isso. Eu nunca senti tanta falta de muita gente á minha volta como tenho sentido agora, me manter ocupado o dia inteiro e de noite cair na cama sem perceber, atropelando o dia literalmente.
Mas a transformação que o último ano me deu foi radical, aprendi na prática  á me preocupar SINCERAMENTE e INTENSAMENTE com o bem estar de alguém, coisas que nunca me passaram pela cabeça, se está comendo, se está dormindo, se está feliz, se está triste. Sentir as dores, os medos, as revoltas como se fossem minhas, me sentir compadecida de uma situação ruim, querer muito mudar uma vida, até dar a minha própria vida, e sofrer profundamente com o sofrimento alheio. Esse ganho as pessoas que vivem comigo e as que viram viver tiveram, minha dedicação e cuidado total.
 Eu estou sentindo uma chama se apagando dentro de mim, e isso me deixa aliviada por um lado e muito triste por outro, eu disse essa semana ainda aqui em casa que eu me acho sim capaz de amar uma pessoa pelo resto da vida, mas que no amor para ser um precisa-se de dois. Então se for pra morrer amando sozinha, que se apague mesmo essa chama. Se não colocar lenha, o fogo apaga mesmo. Mas ainda sim, de forma dolorosa, e nossa, bota dolorosa nisso. Por enquanto eu ainda não estou feliz com isso, então fico involuntariamente assoprando a brasa e mantendo acessa, mas é notório o meu cansaço. Vou me carregando assim até o dia que sobrar só o pó desse incêndio que me queimou toda, e como uma fênix renascer das cinzas.

sábado, 10 de março de 2012

Caramba! Eu me olho no espelho e nem reconheço, como o fundo do poço faz mal. Quando eu tomo conhecimento de alguma coisa que está acontecendo ao meu redor, eu pego minha mãe me olhando, com certeza também não acreditando no que vê, pasma comigo, e no quanto me deixei abater, como jamais tinha feito antes.
Estou tendo até que me desintoxicar de tanta remédio que coloquei no organismo, e pasmem...ainda estou viva!
Os últimos 3 dias foram bem difíceis, dias esses que estou tento que encarar á seco, me dando conta do que acontece, e principalmente do que deixa de acontecer, a sanidade me fez revirar um passado que me machuca. Como se não bastasse ter passado por aquilo uma vez, eu busco novamente por algo que consciente nem quero mais. Mas quem disse que eu estou consciente!?
Uma coisa boa aconteceu hoje, uma pessoa da qual eu gosto muito ressurgiu na minha vida, pessoa essa que eu com minhas mãos tinha tirado dos meus laços afetivos, e o mais incrível foi que eu aceitei novamente em minha vida numa boa, alias, numa ótima! Talvez esse seja o efeito de estar me sentindo um pouco esquecida do mundo, assim como eu esqueci do mundo todo, devo estar mais abertas pra aceitar pessoas na minha vida. Eu só não vou usar a frase clichê: eu só vou gostar de quem gosta de mim...por que na teoria não funciona assim, infelizmente eu não tenho nem paciência com muita gente que gosta de mim, quanto mais afeto, mas quem sabe um dia eu aprenda a valorizar pessoas que realmente me querem por perto, que querem minha amizade e o meu amor!

sexta-feira, 2 de março de 2012

Eu acordei hoje em meio uma confusão aqui em casa, que está rolando até agora, isso me fez analisar algumas coisas. Como por exemplo minha falta total de vontade de me levantar. Quando eu digo que não estou mais aguentando viver todo mundo me manda ter juízo e reza uma cartilha enorme. Mas quem consegue se estruturar sem uma base? Eu tenho uma família dividida em mil pedaços, não tem um dia da semana que não estoure uma guerra aqui dentro, ódio latente nos olhos das pessoas, falta de amor, de respeito entre todo mundo. Por outro lado eu poderia apelar aos amigos, um conforto, uma ajuda, um ombro, uma palavra, ou até mesmo a presença, mesmo que em silêncio, mas não tenho isso também, essa semana mesmo tive mais uma decepção com uma amiga. Agora pronto, já tenho tenho mais nada do que me lamentar ao sair daqui, não deixo nada de bom. Era a unica coisa que faltava mesmo, e claro que a vida não ia me deixar sem mais essa.
Eu penso que eu poderia ser cercada de amigos se de repente tivesse me empenhado mais nisso, acredito que seja alguém interessante de se ter como amiga quando estou de bem com a vida, ou de bom humor pelo menos. Mas minha falta de vontade com a humanidade no geral me fez agrupar ao meu redor pessoas que não podem nem encostar em mim, pessoas que estão á km de distância, pessoas que facilmente me esquecem quando apertam o botão OFF, e logo sou substituída por algo concreto, que se sinta o cheiro. Se eu amasse as pessoas reais da minha vida como amo as virtuais minha vida seria bem melhor, ou pelo menos teria um conforto quando precisasse. Já me falaram várias vezes que eu me afundei no mundo fantasioso da internet, e só agora eu estou me dando conta do tempo que perdi aqui, de quantas coisas deixei de fazer, 6 anos jogados na lata do lixo, onde 99% das pessoas que eu ainda tenho um afeto já me esqueceram, já não se importam. Em algum momento fui útil, fiz rir, fiz bem, e como algo descartável fui jogada fora.
Eu queria saber agir assim também, saber separar o que é real e o que não é, queria desligar sentimentos junto com o computador. E eu achando que dentro do meu quarto eu estava segura, foi justamente aqui que eu acabei com a minha vida. Eu desisti das pessoas, e digo isso de uma forma geral, ninguém nunca vai se adaptar ao meu jeito de ser, nunca vão gostar de mim da forma que eu sou. Como eu já ouvi algumas vezes, que é preciso me amar muito pra me aturar, pois bem, não sou uma pessoa de fácil acesso, e nem uma pessoa que desperta amores por aí. Fechada por natureza, meus medos eu não conto, meus desejos eu escondo, minha vida eu apago.
Eu me dou melhor comigo mesma, sozinha, eu tenho pavor de gente. Quando eu me entrego é pra valer, quando eu me dou pra alguém é de alma, me coloco a disposição, disposta e disponível, talvez seja por isso que me demoro a recuperar quando me deparo sozinha depois de não me pertencer mais para pertencer á outra pessoa.
Ando sozinha, vivo sozinha, faço da minha vida um palco solitário, e escolho uma pessoa pra ser minha salvação de vida, eu sei que não posso fazer isso com ninguém, mas eu não sei viver de outra forma, talvez por isso eu não queira mais viver, por saber que vou ser eternamente assim, e isso já não me agrada, morta eu já estou, deixei de viver á muito tempo, meu corpo ainda está aqui. Meia duzia de pessoas resolvem de manifestar quando levanto á questão de partir, tudo média, nenhuma delas chorariam minha morte, não sentiriam a minha falta. Peça qualquer na vida de todo mundo, essa sou eu!
É INACREDITÁVEL como eu tenho a capacidade de deixar oportunidades de sair de situações com no mínimo dignidade!! Pra que tentar me convencer de uma falsa preocupação? Ou seja lá qual for o motivo de se manter perto de mim, deve ser pra cometer o ato da "vingança eterna". Acho que minha sina é me arrepender de cada passo que eu dou, até pedir perdão é motivo de arrependimento, com uma facilidade incrível as pessoas conseguem me fazer arrepender de ter até um ato divino. Mandar ir para o inferno e sumir realmente é o caminho, um dia eu ei de conseguir isso, por mais que eu fale que tem muito trouxa por aí que ama ser pisado, eu estou no meio desse bando de FILHOS DA PUTA que são enfeitiçados por gente que adoram ser o centro das atenções e sai atropelando todo o resto. Perdi tempo e o resto do juízo gastando palavras afetuosas com pessoas que já não merecem nem pêsames de minha parte!

Tudo isso me leva de volta para o mesmo lugar de sempre, fugas do mundo, das pessoas, e principalmente de mim mesma, me fazer ausente, me deletar da fase da Terra, me enfiar em um buraco profundo, é exatamente isso que todo mundo quer que eu faça, só falta coragem de admitir. Vou poupar o tempo de todo mundo, ninguém precisa mudar rotas, caminhos, vontades por minha causa, deixo o caminho de todas as pessoas que um dia fizeram parte da minha vida, e sobretudo, me deixo pra sempre desse Mundo!