Existe uma bomba relógio dentro de mim. Prestes á explodir. Pra que esperar??
Hoje eu morri!
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Hoje no banho tinha um bichinho no chão, uma minhoca, sei lá o que era aquilo. Mas ela tentava subir pela parede, e caia toda vez, eu passei um tempo olhando e pensando que eu estou igual. Tento desesperadamente subir, sair do lugar, mas sempre escorrego, e começo tudo de novo, e no final das contas a minhoca conseguiu subir, até ela, e eu aqui ainda, completamente vulnerável a ser pisada e morta, assim como eu poderia ter feito com o bicho!
E justo hoje, acuada exatamente feito um bicho assustado, me cai de paraquedas 3 pessoas que poderiam me ajudar, se eu tivesse pedido ajuda, 3 grandes mulheres, mulheres essas que eu desviei completamente meu olhar, minha atenção e tudo mais que podia, justamente pra não passar sem se quer abrir a boca o tamanho do meu desespero, o que me resta é um : ah, tá tudo em ordem...e sumir das vistas. Eu evito as pessoas, os questionamentos por não saber ao certo o que eu quero, força é o que eu peço, oras pra insistir e oras pra desistir, Por que tá aí uma coisa que eu preciso muito pra ambas é força, por enquanto eu fico no meio do caminho esperando um milagre.
Pós a visita eu sai louca por um remédio pra dormir o mais rápido possível, e claro, sem sucesso, se não eu não estaria aqui quase 04:00 da manhã. Fiquei aqui analisando alguns fatos, dois em especial martelaram na minha cabeça. Uma delas é sobre o que eu li esses dias sobre não ser pecado ser tentado, o pecado é cair na tentação, e nossa, o Pai Nosso nunca fez tanto sentido na minha vida, talvez nas minhas orações eu só precise mandar o trecho "Não nos deixei cair em tentação" e tá tudo ok. E a outra coisa foi sobre a tirada da minha "cartola heterosexual" para me interessar por homens (coloquei a mão no rosto agora e soltei um NOSSA, do fundo da alma). E a única coisa que me vem á cabeça é : PERDÃO DEUS! E claro que não sairia nada que presta, acho que não nasceu alguém ainda com mais ojeriza com a raça masculina do que eu.
MEDO, esse é o sentimento predominante em mim, claro que eu já senti medo antes, momentos de medo, na hora, e depois passou quando ficou tudo bem, o problema é justamente esse, não passou ainda o momento, e isso me dá pavor, de ficar o resto da vida aqui, com o mesmo sentimento, as mesmas sensações, e mesmo que a rotina mude, mesmo que as coisas mudem externamente, o meu interior fique preso á isso que eu tenho hoje, e esse sim é o maior medo que eu já pude passar. Ainda mais agora, que eu já não tenho todo o tempo do mundo pra ser feliz, pra amar e ser amada, se eu pudesse acelerava essa fita e ia logo para o final feliz. Mas o que tenho hoje é esse deserto, sem sinal algum de sombra, de água, de socorro!
E justo hoje, acuada exatamente feito um bicho assustado, me cai de paraquedas 3 pessoas que poderiam me ajudar, se eu tivesse pedido ajuda, 3 grandes mulheres, mulheres essas que eu desviei completamente meu olhar, minha atenção e tudo mais que podia, justamente pra não passar sem se quer abrir a boca o tamanho do meu desespero, o que me resta é um : ah, tá tudo em ordem...e sumir das vistas. Eu evito as pessoas, os questionamentos por não saber ao certo o que eu quero, força é o que eu peço, oras pra insistir e oras pra desistir, Por que tá aí uma coisa que eu preciso muito pra ambas é força, por enquanto eu fico no meio do caminho esperando um milagre.
Pós a visita eu sai louca por um remédio pra dormir o mais rápido possível, e claro, sem sucesso, se não eu não estaria aqui quase 04:00 da manhã. Fiquei aqui analisando alguns fatos, dois em especial martelaram na minha cabeça. Uma delas é sobre o que eu li esses dias sobre não ser pecado ser tentado, o pecado é cair na tentação, e nossa, o Pai Nosso nunca fez tanto sentido na minha vida, talvez nas minhas orações eu só precise mandar o trecho "Não nos deixei cair em tentação" e tá tudo ok. E a outra coisa foi sobre a tirada da minha "cartola heterosexual" para me interessar por homens (coloquei a mão no rosto agora e soltei um NOSSA, do fundo da alma). E a única coisa que me vem á cabeça é : PERDÃO DEUS! E claro que não sairia nada que presta, acho que não nasceu alguém ainda com mais ojeriza com a raça masculina do que eu.
MEDO, esse é o sentimento predominante em mim, claro que eu já senti medo antes, momentos de medo, na hora, e depois passou quando ficou tudo bem, o problema é justamente esse, não passou ainda o momento, e isso me dá pavor, de ficar o resto da vida aqui, com o mesmo sentimento, as mesmas sensações, e mesmo que a rotina mude, mesmo que as coisas mudem externamente, o meu interior fique preso á isso que eu tenho hoje, e esse sim é o maior medo que eu já pude passar. Ainda mais agora, que eu já não tenho todo o tempo do mundo pra ser feliz, pra amar e ser amada, se eu pudesse acelerava essa fita e ia logo para o final feliz. Mas o que tenho hoje é esse deserto, sem sinal algum de sombra, de água, de socorro!
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Quantas loucuras eu ainda vou ter que cometer pra me curar? Será que isso tem cura? Será que passa um dia esse tormento? Eu mergulhei em um mundo que não me pertence, me obrigo diariamente viver coisas que não fazem parte de mim, estou buscando em coisas e pessoas inesperadas uma saída, e quanto mais eu mergulho nessas coisas mais lama eu encontro.
Ontem de madrugada eu saí andando por aí, totalmente perdida, sem direção, e sem razão, minha única companheira foi minha dilacerante dor. Andando atordoada por ruas e avenidas, em meio aos prantos, e só de lembrar da sensação de ontem torno chorar agora. Eu já nem sei bem quais são os motivos. Por alguma razão que não está totalmente clara em minha cabeça, eu estou me envolvendo á todo custo com todo tipo de gente, e algumas conseguem até me fazer respirar por alguns momentos, e outras me fazem querer correr pra vomitar. Precisei me embriagar essa semana pra conseguir me manter viva. E ainda sim preferia á morte!
Eu não consigo controlar mais meus surtos, meu choro, minha angustia, saí tudo na frente de quem for, deve tá todo mundo achando que eu enlouqueci por completo, e eles estão certos.
Ontem e hoje em especial foi dureza ao extremo, e durante todo o tempo eu quis poder mandar uma mensagem telepática e pedir ajuda, só que ninguém consegue captar meu pedido desesperado de socorro.
Eu preciso urgentemente me achar, mas eu não moro mais em mim, eu não me pertenço, e isso VAI me matar!
Ontem de madrugada eu saí andando por aí, totalmente perdida, sem direção, e sem razão, minha única companheira foi minha dilacerante dor. Andando atordoada por ruas e avenidas, em meio aos prantos, e só de lembrar da sensação de ontem torno chorar agora. Eu já nem sei bem quais são os motivos. Por alguma razão que não está totalmente clara em minha cabeça, eu estou me envolvendo á todo custo com todo tipo de gente, e algumas conseguem até me fazer respirar por alguns momentos, e outras me fazem querer correr pra vomitar. Precisei me embriagar essa semana pra conseguir me manter viva. E ainda sim preferia á morte!
Eu não consigo controlar mais meus surtos, meu choro, minha angustia, saí tudo na frente de quem for, deve tá todo mundo achando que eu enlouqueci por completo, e eles estão certos.
Ontem e hoje em especial foi dureza ao extremo, e durante todo o tempo eu quis poder mandar uma mensagem telepática e pedir ajuda, só que ninguém consegue captar meu pedido desesperado de socorro.
Eu preciso urgentemente me achar, mas eu não moro mais em mim, eu não me pertenço, e isso VAI me matar!
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Aqui sentada olhando pra tela do pc e com os sentimentos todos bagunçados, quantos anos essa cena já vem se repetindo!? Eu JURO que eu queria sentar aqui e escrever coisas boas, e me mostrar feliz e recuperada de tudo que me aflige, mas infelizmente eu vejo isso tão distante de mim, tão longe das minhas mãos. Ser impotente diante da própria vida deve ser uma das piores coisas que o ser humano pode sentir, olhar em volta e ver que não depende de seus feitos, seus esforços alcançar o que se quer. Eu confesso que eu não quero muita coisa nessa vida não, acredito ainda que um único pedido meu sendo atendido ia desenrolar todos os outros, meus problemas estão ligados embaraçadamente um no outro, e achando uma pontinha seria o suficiente. Mas justamente é essa pontinha que eu jamais vou achar. Minha mania chata de acreditar no impossível passou, hoje eu tenho plena consciência do que meus pés não podem alcançar, talvez por isso meu sofrimento esteja se prolongando além do que eu previa, eu deixei a ilusão de lado, deixei de sonhar acordada, não acredito mas nas fantasias que eu criei, meus dois pés estão na realidade, e ela não é nada bonita, muito pelo contrário, é uma treva insuportável. Dentro de mim faz frio e é escuro, e por mais que eu procure um foco de luz, não acho. As pessoas me olham com um certo tipo de lamentação, procurando meu sorriso largo, minha gargalhada alta, minhas milhares expressões faciais ao relatar algo, meus incontáveis gestos, e a única coisa que elas acham é um semblante igual para todas as situações, um olhar perdido em algum outro lugar bem longe daqui, e abreviatura ao máximo possível das palavras que saem da minha boca por obrigação. Infelicidade gritada com direito á eco. É só isso que as pessoas conseguem enxergar em mim, algumas delas deixam transparecer que estão vendo tudo isso, outras se quer notam tamanha diferença de comportamento.
Durante o tempo que tenho que estar na presença das pessoas eu até me comporto de uma forma normal, tento fazer as coisas que preciso fazer, mas de noite sozinha no meu quarto eu choro todos os meus tormentos, e isso vai até dormir sem perceber. Mas eu não cobro nada da vida, nem mesmo felicidade e amor, que são as duas coisas que eu mais queria na vida, justamente por ter procurado essas duas coisas de forma errada eu estou aqui, levando essa surra da vida. Eu não sei por quanto tempo isso ainda vai durar, mas de uma coisa eu tenho certeza, minhas forças estão no último suspiro. E como um raio que cai do céu, eu posso de fato colocar um ponto final em algo que a vida insiste em colocar reticências!
Durante o tempo que tenho que estar na presença das pessoas eu até me comporto de uma forma normal, tento fazer as coisas que preciso fazer, mas de noite sozinha no meu quarto eu choro todos os meus tormentos, e isso vai até dormir sem perceber. Mas eu não cobro nada da vida, nem mesmo felicidade e amor, que são as duas coisas que eu mais queria na vida, justamente por ter procurado essas duas coisas de forma errada eu estou aqui, levando essa surra da vida. Eu não sei por quanto tempo isso ainda vai durar, mas de uma coisa eu tenho certeza, minhas forças estão no último suspiro. E como um raio que cai do céu, eu posso de fato colocar um ponto final em algo que a vida insiste em colocar reticências!
